Comércio Internacional da Região Geográfica Intermediária de Divinópolis

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Esta é a 13ª publicação da série de informativos que, em edições mensais, apresenta os dados das exportações para as 13 Regiões Geográficas Intermediárias (RGInt) de Minas Gerais. Este informativo traz dados da RGInt de Divinópolis¹ (Mapa 1): valores nominais exportados, participação no total das exportações do estado e estrutura da pauta, com destaque para os principais itens comercializados. Apresentam-se os municípios de maior participação nas exportações da RGInt, seus respectivos produtos transacionados e parceiros comerciais.

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Os encadeamentos intersetoriais da RGInt de Divinópolis

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Divinópolis¹ foi responsável por 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017 e ocupou a sétima posição entre as 13 RGInt do estado. Destacaram-se os municípios de Divinópolis, Itaúna, Pará de Minas, Nova Serrana e Lagoa da Prata. O PIB de cada um alcançou, respectivamente, 18,3%, 9,2%, 8,3%, 7,9% e 4,6% do total da RGInt.² A Tabela 1 traz informações relativas às participações da agropecuária, indústria e dos serviços no valor adicionado bruto (VAB)³ em relação ao total do estado e da própria RGInt.

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Os encadeamentos intersetoriais da RGInt de Patos de Minas

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Patos de Minas foi responsável por 4,0% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017, tendo ocupado apenas a décima posição entre as 13 RGInt do estado. Destacaram-se os municípios de Patos de Minas, Paracatu, Patrocínio, Unaí e João Pinheiro. O PIB de cada um alcançou, respectivamente, 18,8%, 15,1%, 11,7%, 11,5% e 6,3% do total da RGInt.¹ A Tabela 1 traz informações relativas às participações da agropecuária, indústria e dos serviços no valor adicionado bruto (VAB)² em relação ao total do estado e da RGInt. A participação setorial em relação ao total estadual foi gerada da seguinte forma: 16,9% (R$ 4,86 bilhões) na agropecuária, 2,9% (R$ 3,67 bilhões) na indústria, 3,6% (R$ 9,24 bilhões) no setor de serviços e 3,9% (R$ 3,55 bilhões) na administração pública, educação e saúde públicas, defesa e seguridade social.

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Multiplicadores da Matriz Insumo-Produto 2013

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As atividades econômicas presentes em Minas Gerais possuem intensidades diferentes quanto à sua capacidade de gerar (i) emprego, (ii) renda, (iii) valor adicionado e (iv) arrecadação tributária. É possível, a partir da Matriz Insumo-Produto de Minas Gerais (MIP-MG),¹ quantificar esse potencial gerador para cada setor da atividade econômica. Neste Informativo são apresentados os setores com maior capacidade de impacto sobre essas quatro variáveis. Tais informações são relevantes para fins de estudos econômicos setoriais e planejamento público e privado, sendo, por isso, considerados importantes instrumentos para políticas públicas de desenvolvimento regional.

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Matriz Insumo-Produto de MG de 2013

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Informações sobre a atividade econômica setorial são importantes tanto para subsidiar a tomada de decisão empresarial acerca de novos investimentos, quanto às políticas públicas para o desenvolvimento econômico. Uma fonte rica em informações é a Matriz Insumo-Produto (MIP), na qual estão retratados os fluxos de bens e serviços entre os setores de uma economia. Esta ferramenta permite identificar a intensidade de interligação entre os setores econômicos e o fluxo de compras e vendas intersetoriais, bem como a especificação do destino da produção para o consumo final (governo, famílias, outros estados ou países).

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Cadeia Produtiva de Calçados e Couro em Minas Gerais

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As cadeias produtivas têm uma importância estrutural na composição do parque produtivo. Devido a seus efeitos de enca­deamentos para frente e para trás, elas respondem por potenciais efeitos dinamizadores no desenvolvimento da economia. Nesse processo, as interações entre os setores vão desde a aquisição de insumos até a elaboração do produto final que será destinado ao mercado

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Cadeia Produtiva da Moda em Minas Gerais

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Entende-se por cadeia produtiva da moda os encadeamentos compostos por atividades que transformam insumos até sua consolidação em produtos finais que carreguem o valor associado ao conceito de moda. A interdependência entre tais atividades pode ser analisada por meio dos fluxos que compõem a Matriz Insumo-Produto¹, que no estudo em questão refere-se ao ano de 2013.² A combinação de fortes ligações entre grupos de atividades específicas forma determinada cadeia produtiva. Para melhor compreensão da dinâmica própria a essas atividades, o foco da análise recaiu sobre os seguintes produtos que compõem a cadeia da moda: fios e fibras têxteis beneficiadas; tecidos, artigos têxteis de uso doméstico e outros têxteis; artigos do vestuário e acessórios; calçados e artefatos de couro.

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Os encadeamentos intersetoriais da RGInt de Uberlândia

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberlândia¹ foi responsável por 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017, o segundo maior valor entre as 13 RGInt de Minas Gerais. Destaca-se o município de Uberlândia, com 68,9% do total da RGInt. Além dele, Araguari, Ituiutaba, Araporã e Monte Carmelo, com 8,3%, 5,8%, 2,4% e 2,2%² respectivamente. A Tabela 1 traz informações relativas à participação da agropecuária, indústria e dos serviços no valor adicionado bruto (VAB)³ em relação ao total do estado e da própria RGInt. A produção setorial em relação ao total estadual foi gerada da seguinte forma: 10,8% (R$ 3,1 bilhões) na agropecuária, 8,0% (R$ 10,2 bilhões) na indústria, 8,4% (R$ 21,7 bilhões) no setor de serviços e 5,7% (R$ 5,1 bilhões) na administração pública, educação e saúde públicas, defesa e seguridade social. Em termos relativos, a estrutura produtiva da RGInt de Uberlândia tem uma presença importante da indústria (25,5% do VAB da RGInt) e dos serviços (54% do VAB da RGInt).

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Os encadeamentos intersetoriais da RGInt de Uberaba

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Uberaba¹ foi responsável por 5,8% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017, o sexto maior valor entre as 13 RGInt de Minas Gerais. Destacaram-se os municípios de Uberaba, Araxá, Frutal, Iturama e Sacramento. O PIB de cada um alcançou, respectivamente, 39,4%, 15,4%, 5,5%, 5,2% e 4,6% do total da RGInt².

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Matriz Insumo-Produto de Minas Gerais 2016

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A economia de Minas Gerais é formada por um conjunto de setores de atividades econômicas que compram e vendem entre si e cujo objetivo é atender a demanda de famílias, governos e empresas. Em Minas Gerais, historicamente, destacam-se os setores de atividades econômicas ligadas ao agronegócio, aos produtos metalúrgicos, à construção e ao setor automotivo.

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Tabela de Recursos e Usos de Minas Gerais — 2016

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A Tabela de Recursos e Usos de Minas Gerais (TRU-MG) mostra os fluxos de oferta e demanda dos bens e serviços e a geração da renda e do emprego em cada atividade econômica do estado. Os fluxos de oferta e demanda estão desagregados para 102 produtos e 57 atividades econômicas¹.

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Os encadeamentos intersetoriais da RGInt de Pouso Alegre

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A região geográfica intermediária (RGInt) de Pouso Alegre¹ foi responsável por 7,2% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017, o quarto maior valor entre as RGInt do estado. Destacaram-se os municípios de Extrema, Pouso Alegre, Poços de Caldas, Itajubá e Santa Rita do Sapucaí, cujos PIB alcançaram, respectivamente, 18,2%, 17,8%, 15,4%, 7,3% e 3,8% do total da RGInt².

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Os encadeamentos intersetoriais da Região Geográfica Intermediária de Barbacena

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Barbacena¹ foi responsável por 3,0% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017, à frente apenas das RGInt de Teófilo Otoni e de Governador Valadares. Destacaram-se os municípios de Ouro Branco, Barbacena, Conselheiro Lafaiete, São João Del Rei e Congonhas, cujos PIB alcançaram, respectivamente, 19,1%, 15,3%, 12,1%, 11,6% e 9,4% do total da RGInt².

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Os encadeamentos intersetoriais da Região Geográfica Intermediária de Varginha

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A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Varginha¹ foi responsável por 6,9% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017, o quinto maior valor entre as RGInt do estado. Destacaram-se os municípios de Varginha, Alfenas, Lavras, Passos e Três Corações. O PIB de cada um alcançou, respectivamente, 13,7%, 6,7%, 6,3%, 6,0% e 5,8% do total da RGInt².

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Os encadeamentos intersetoriais da Região Geográfica Intermediária de Ipatinga

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A região geográfica intermediária de Ipatinga (RGInt Ipatinga)¹ foi responsável por 4,9% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017, oitavo maior valor entre as 13 RGInt de Minas Gerais. Destacaram-se os municípios de Ipatinga, São Gonçalo do Rio Abaixo, Timóteo, João Monlevade e Belo Oriente, cujos PIB alcançaram, respectivamente, 34,3%, 11,1%, 10,2%, 9,2% e 7,3% do total da RGInt². Ainda em relação ao total estadual, o valor adicionado bruto (VAB)³ por setor produtivo foi gerado da seguinte forma: 1,8% (R$519 milhões) na agropecuária, 7,9% (R$10,18 bilhões) na indústria, 4,1% (R$10,59 bilhões) no setor de serviços e 4,7% (R$4,26 bilhões) na administração pública, educação e saúde públicas, defesa e seguridade social. Portanto, a RGInt caracteriza-se por uma alta concentração econômica em poucos municípios com significativa produção industrial (36,9% do VAB da RGInt).

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Investimentos Anunciados para Minas Gerais (06/2020)

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O informativo “Investimentos Anunciados para Minas Gerais” apresenta nesta publicação a série trimestral de inversões produtivas anunciadas para o estado a partir de 2016, com foco no primeiro trimestre de 2020. Os dados são da Rede Nacional de Informações sobre o investimento (Renai), do Ministério da Economia. As sinalizações de investimentos permitem avaliar o cenário econômico, fornecem um panorama dos impactos previstos para a evolução da atividade produtiva, além de auxiliarem decisões de alocação em novas pesquisas e conhecimento, produção de maior valor agregado e emprego qualificado.

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Os encadeamentos intersetoriais da Região Geográfica Intermediária de Governador Valadares

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A região geográfica intermediária de Governador Valadares (RGInt Governador Valadares)¹ foi responsável por 2,0% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017, o menor valor entre todas as 13 RGInts de Minas Gerais. Destacaram-se os municípios de Governador Valadares, Guanhães, Aimorés, Mantena e Conselheiro Pena, cujos PIB alcançaram, respectivamente, 50,9%, 5,3%, 3,8%, 3,2% e 2,6% do total da RGInt². Ainda em relação ao total estadual, o valor adicionado bruto (VAB)³ por setor produtivo foi gerado da seguinte forma: 2,5% (R$706 milhões) na agropecuária, 0,8% (R$1,08 bilhão) na indústria, 2,1% (R$5,52 bilhões) no setor de serviços e 3,7% (R$3,35 bilhões) na administração pública. Portanto, a região caracteriza-se por uma concentração econômica extremamente elevada no seu município-polo4, pouca produção industrial e alta dependência da administração pública.

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Os encadeamentos intersetoriais da Região Geográfica Intermediária de Teófilo Otoni

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A região geográfica intermediária de Teófilo Otoni (RGInt Teófilo Otoni)¹ foi responsável por 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017. Destacaram-­se os municípios de Teófilo Otoni, Diamantina, Nanuque, Capelinha e Almenara, cujos PIB alcançaram, respectivamente, 17,3%, 5,3%, 4,7%, 4,4% e 3,6% do total da RGInt². Ainda em relação ao total estadual, o Valor Adicionado Bruto (VAB)³ por setor produtivo foi gerado da seguinte forma: 4,4% (R$1,26 bilhão) na agropecuária, 0,9% (R$1,13 bilhão) na indústria, 2,1% (R$5,46 bilhões) no setor de serviços e 5,5% (R$4,98 bilhões) na administração pública. Portanto, a região caracteriza-­se por uma elevada concentração econômica em alguns municípios, pouca produção industrial e alta dependência do setor público.

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Investimentos Anunciados para Minas Gerais – 2010 a 2019

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O informativo “Investimentos Anunciados para Minas Gerais” apresenta a série de 2010 a 2019 das inversões anunciadas para o estado a partir de dados da Rede Nacional de Informações sobre o investimento (Renai), do Ministério da Economia. As sinalizações de investimentos permitem avaliar o cenário econômico, além de fornecerem um panorama dos impactos previstos para a evolução da atividade produtiva. O perfil da série de investimentos será detalhado pela especificação dos setores, tipo e capital de origem. Como comparativo, estão incluídas informações para os estados que acumularam o maior volume de intenções de investimentos no período.

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Os encadeamentos intersetoriais da Rgint Montes Claros

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A Região Geográfica Intermediária de Montes Claros (RGInt Montes Claros)1 foi responsável por 4,1% do produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017. Destacam-se os municípios de Montes Claros, Pirapora, Janaúba, Bocaiúva e Várzea da Palma. O PIB de cada um alcançou, respectivamente, 37,56%, 7,69%, 4,59%, 3,34% e 2,84% do total da RGInt2 .Ainda em relação ao total estadual, o Valor Adicionado Bruto (VAB)3 por setor produtivo foi gerado da seguinte forma: 6,1% na agropecuária (R$1,75 bilhão), 2,6% (R$3,36 bilhões) na indústria, 3,8% (R$9,79 bilhões) no setor de serviços e 7,4% (R$6,70 bilhões) na administração pública. Portanto, a RGInt caracteriza-se basicamente por uma elevada concentração econômica no seu município-polo (Montes Claros - que estrutura a rede urbana dentro do território), baixa produção industrial e alta dependência do setor público.

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Os encadeamentos intersetoriais da Rgint Belo Horizonte

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A região geográfica intermediária de Belo Horizonte (RGInt BH)1 constitui o maior polo econômico do estado de Minas Gerais com, aproximadamente, 37% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2017. Destacam-se os municípios de Belo Horizonte, cujo PIB alcança 41,7% do total da RGInt e 15,4% do total estadual; Contagem, com 13,6% e 5% e Betim, com 10,8% e 4% respectivamente.2 Ainda em relação ao total estadual, o valor adicionado bruto (VAB)3 entre os setores produtivos foi gerado da seguinte forma: 3,3% no setor agropecuário, (951,8 milhões de reais), 42,2% (54,2 bilhões) na indústria, 40,0% (103,2 bilhões) no setor de serviços, e 30,6% (27,5 bilhões) na administração pública.

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Investimentos Anunciados para Minas Gerais (02/2020)

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O informativo “Investimentos Anunciados para Minas Gerais” disponibiliza a série das inversões anunciadas para o estado no período de janeiro de 2004 a setembro de 2019 a partir de dados extraídos da Rede Nacional de Informações sobre o investimento (Renai), do Ministério da Economia. As perspectivas de investimento são uma ferramenta importante de análise do contexto econômico e fornecem um panorama dos impactos previstos para o crescimento da economia. O detalhamento da série de investimentos em setores, tipo e capital de origem torna possível vislumbrar a evolução e o perfil das perspectivas sinalizadas para o incremento produtivo local. Como comparativo, estão incluídas informações para os estados que acumularam o maior volume de intenções de investimentono período.

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